A temporada 2009-2010 está chegando ao fim, com Los Angeles Lakers e Boston Celtics mais uma vez decidindo o campeonato da NBA, mas não é por isso que as coisas estão paradas nos bastidores; pelo contrário.
Lebron James, MVP da temporada regular deste ano e um dos grandes nomes da liga, se tornou Free Agent este ano, ou seja, seu contrato com o Cleveland Cavaliers terminou e agora o atleta pode negociar com qualquer time da NBA.
Por se tratar de um jogador do calibre de Lebron James, que pode tornar qualquer time um forte candidato ao título da NBA, rumores e especulações a respeito do destino de Lebron James já começaram - até Julho nada pode ser oficializado/divulgado.
Alguns dizem que ele deve ir para o New York Knicks, outros acreditam na ida para o Chicago Bulls (o que naturalmente intensificaria cobranças e comparações com Michael Jodan) e uns dizem que ele deve é acertar com o Cavaliers e tentar construir sua dinastia por lá.
No entanto, os rumores mais fortes dão conta de que os Knicks são o destino mais provável de Lebron. Lá, dizem, ele teria mais visibilidade, jogaria numa das arenas mais tradicionais da NBA e, claro, movimentaria muitos negócios na cidade.
Para incentivar o Lebron a ir para o Knicks, a cidade criou um movimento, o C'mon Lebron, que começa no dia 1º de Julho e terá desdobramentos via Facebook, Twitter - através da hashtag #cmonlebron você já pode acompanhar como está sendo a participação das pessoas.
E, para começar este movimento, ninguém menos que o prefeito de Nova York, Michael Bloomberg:
Pra falar a verdade, eu achei o primeiro vídeo um tanto quanto "coxinha": dados da cidade falando desde o número de habitantes até a possibilidade de fazer parte do rol de lendas do esporte da cidade e de cravar de vez sua marca no mundo. Mesmo assim, a ideia não perde sua força, muito menos sua originalidade... Sem dúvida, uma ótima inspiração para os clubes de futebol brasileiro que agora estão conseguindo trazer algumas grandes estrelas de volta.
Vamos acompanhar como a ação se desdobra a partir de Julho.
7 de junho de 2010
C'mon Lebron | Um pedido de NYC
20 de abril de 2010
NBA Playoffs 2010
Os Playoffs da temporada 2010 da NBA começaram neste último sábado, mas, como não poderia deixar de ser, confira abaixa os promos para a melhor fase da NBA.
Focus
Stepping Up
22 de outubro de 2009
A mão de Janeth no basquete nacional
Ícone de uma geração, ex-jogadora da WNBA e muitos títulos. É com este currículo invejável e admirável que Janeth se apresenta para as meninas da seleção sub-15 de basquete feminino.
Com Hortência na presidência, Janeth ganhou um cargo onde pode aproveitar tudo o que já viveu no basquete mundial de uma forma para o bem do esporte.
Imaginem o que ela pode ensinar para as meninas e o quão inspirador isso significa para quem sonha em vestir um dia o uniforme da seleção adulta?
Janeth já está estudando para ter condições de transmitir todo conhecimento e quem irá ganhar com isso são essas garotas.
Deveríamos ter mais disso tudo em todos os esportes, aproveitar nossos ídolos na construção de outras gerações para termos outros ídolos e fazer essa roda girar. Mas ao mesmo tempo, devemos explorar tudo isso de forma massiva. Qual garota que joga basquete e visse uma campanha estrelada por Janeth, convidando as meninas para fazerem parte da seleção não ia se animar?
Não podemos esquecer que as melhores campanhas são aquelas verdadeiras e com conteúdo rico, e que esse tipo de ação pode influenciar e muito o esporte.
Pois é, é bom ver que Janeth continua a marcar pontos no nosso basquete...
14 de outubro de 2009
Adidas | O que é melhor: ser mais forte ou mais rápido?
Caros leitores, como o Dida disse no post abaixo, o Radar Esporte está com a freqüência baixa nesta última semana, mas o motivo é nobre: estamos preparando uma série de mudanças para vocês, que em breve estarão no ar.
E enquanto isso não acontece, trazemos mais uma campanha da Adidas com os astros do basquete e com um link direto com as linhas de produtos Techfit Powerweb e Techfit Padded. A primeira dá mais energia, equilíbrio e velocidade, e a segunda busca a intimidação, proteção e potência.
E para promover estas duas linhas, a marca faz um grande questionamento para as pessoas e para os jogadores: o que é melhor, ser mais forte ou mais rápido?
No site, as pessoas têm acesso aos produtos e podem comparar quem é o melhor em cada item, além de entrevistas com os gigantes.
Vale a pena conferir: http://www.adidasbasketball.com/
29 de junho de 2009
NBB. O basquete de volta no rumo certo.
Neste domingo o Flamengo consagrou-se campeão de basquete da NBB, após cinco meses de existência da organização. O clube rubro-negro fechou a série na última partida da série melhor de cinco contra o Brasília por 76 a 68.
Durante estes cinco meses, evitei falar sobre a NBB aqui no Radar Esporte, pois gostaria de ver como o campeonato iria se desenrolar, se iriam ocorrer interrupções ou coisas do tipo; mas não, dessa vez foi o contrário.
Falando especificamente sobre a final entre Flamengo e Brasília, os dois clubes lotaram os ginásios em todas as cinco partidas. Inclusive, a HSBC Arena (Arena Multiuso do Rio de Janeiro construída para os Jogos Panamericanos) atingiu hoje seu público recorde com 15.530 torcedores, número equivalente aos dos jogos da NBA. É claro que estamos falando da parte final do campeonato, mas é algo que deve ser colocado em questão.
Com uma organização que optou por replicar algumas das melhores práticas NBA - com algumas limitações, claro -, o campeonato conseguiu divertir os torcedores com entretenimento e jogos bem equilibrados, espaço nos noticiários esportivos e fez alguns atletas "famosos" novamente, como disse o ala Alex do Brasília - que já teve passagem pela NBA. Agora, a NBB já está planejando o seu crescimento, mas com responsabilidade: a liga quer passar de 15 times participantes, para 18.
Ainda tenho algumas restrições com os direitos de transmissão da Rede Globo, mas também acredito que o basquete brasileiro tem que passar por algumas "provas", mostrar uma certa constância e provar a todos nós que as coisas vão ser diferentes daqui pra frente.
Volto a ter esperança no basquete nacional. Pouco a pouco vamos reencontrar nosso caminho.
9 de junho de 2009
Palmeiras: nova camisa, torcida e basquete
O Palmeiras está figurando nas manchetes dos veículos esportivos recentemente por três assuntos: o novo uniforme, sua torcida e a volta ao basquete.
A nova camisa apresentada parece ter caído nas graças dos torcedores como ocorreu com a verde-limão e quem comemora tudo isso é a Adidas, já que no primeiro dia de vendas foram comercializadas 60 mil unidades no Brasil.
Claro que o preço do uniforme (R$160,00) interfere diretamente na quantidade vendida e no público que irá comprar, mas isso revela a força da torcida, que muitas vezes não é considerada apaixonada nem pelo técnico da equipe Luxemburgo.
Na segunda-feira, muitos jornais de esporte estamparam na capa, a força que a torcida do Palmeiras deu no jogo de domingo, contra o Vitória, e esses torcedores deveriam fazer parte de qualquer ação que o clube ou o patrocinador pensam.
E as novidades do Palmeiras não param por ai. Comentamos sobre o novo contrato com a Cosan (aqui) que deve fechar em torno de R$6 milhões e que trará uma novidade. A parceria não irá focar apenas no futebol, parte desta verba será investida no basquete, que marcará a volta do clube ao esporte.
O Palmeiras tem muita tradição no cenário nacional do basquete e o esporte está voltando com força dentro do país. Isso tudo mostra a importância do apoio de empresas e principalmente de visão dos clubes. Os custos são infinitamente menores e de suma importância para fazer o esporte acontecer de forma profissional.
Ponto para o Palmeiras!
26 de maio de 2009
Nike | Most Valuable Puppets III e IV
A série Most Valuable Puppets da Nike com Lebron James e Kobe Bryant tem mais dois comerciais
No primeiro, Kobe Bryant grava uma fita K7 com suas jogadas e pergunta porque ninguém consegue pará-lo. Já no segundo, os dois se enfrentam dentro da própria casa...
O mais bacana da série, na minha opinião, é que conseguiram representar muito bem as características de ambos os jogadores, o que deixa os comerciais ainda mais divertidos.
Confira abaixo:
Para conferir os outros dois comerciais da série, clique aqui e aqui.
25 de maio de 2009
Grupo chinês compra participação no Cleveland Cavaliers

O Cleveland Cavaliers fechou um acordo com um grupo de investimentos chinês que assumirá 15% das ações da Cavaliers Operating Company, entidade que administra o time e a Quicken Loans Arena, ginásio do Cavaliers.
O acordo, que ainda precisa ser aprovado pela NBA, deve proporcionar oportunidades para o Cavaliers e sua maior estrela, Lebron James. Com o acordo, o Cleveland deve conseguir manter James no elenco depois de 2010, quando ele se torna free-agent. Já para James, que declarou ter planos de se tornar o primeiro atleta bilionário, o acordo pode facilitar sua chegada em um mercado gigantesco como o da China sem ter que deixar o Cavaliers - apesar de também nunca ter afirmado isso.
É claro que não dá pra comparar a estrutura do nosso futebol como negócio e a do basquete norte americano, mas isso sinaliza para algumas oportunidades por aqui.
Enquanto lá eles negociam participação acionária na franquia, por aqui vemos a dependência dos patrocínios na camiseta do time para manter uma estrela como Ronaldo.
"Há vida além da camiseta". Por isso devemos continuar o trabalho de profissionalização do nosso futebol, para que o horizonte de oportunidades se amplie ainda mais. Num momento onde nunca se especulou tanto a volta de grandes jogadores para o Brasil, talvez esteja mais do que na hora de pensarmos em novas formas de viabilizar tudo isso.
21 de maio de 2009
Howard e Rose | Adidas
Para celebrar as ótimas campanhas de Dwight Howard, que se tornou o mais jovem jogador da história da NBA a ganhar o título de jogador de defesa, e de Derrick Rose, que foi o Rookie desta temporada, a Adidas criou duas animações bem legais para os atletas.
Confira abaixo:
Via Y2
3 de fevereiro de 2009
LeBron no futebol americano
Por volta da segunda quinzena de Janeiro deste ano, começou a circular um vídeo na internet que mostrava LeBron James de costas em um grande salão dizendo a seguinte frase (já traduzida): 'Em primeiro lugar, gostaria de agradecer a todos vocês por terem vindo aqui hoje. Depois de uma longa discussão com amigos e minha família, eu decidi seguir meu primeiro amor.'
O vídeo finalizava com a seguinte frase: 'Qual é o primeiro amor de LeBron James?'.
A partir disso, começaram a atribuir o vídeo à Nike, que recentemente criou algumas campanhas com alto grau de viralização e é a principal patrocinadora do atleta.
Quando o comercial completo foi ao ar, descobriu-se que: 1) o vídeo não era da Nike, e sim da State Farm, uma empresa de seguros e 2) o tal 'primeiro amor' de LeBron James era o futebol americano. O atleta iria deixar o basquete para jogar pelo Cleveland Browns.
O resultado final ficou um tanto quanto engraçado...
Um grande senso de oportunidade por parte da State Farm.
Para quem não sabe, havia uma grande polêmica sobre o paradeiro de LeBron na próxima temporada - alguns diziam que o James poderia se mudar para o New York Knicks - e o Browns, não fez uma boa temporada este ano.
Detalhe: a escolha pelo futebol americano não foi aleatória; LeBron James era considerado um excelente jogador também neste esporte quando estudava.
Dica do Alemão.
25 de janeiro de 2009
NBA | The Where Amazing Happens Tour
Com criação da Goodby, Silverstein & Partners, a NBA apresenta os novos comerciais para a campanha "Where Amazing Happens". "The Where Amazing Happens Tour" conta com estrelas como Lebron James (Cleveland Cavaliers), Chris Paul (New Orleans Hornets) e Pau Gasol (Los Angeles Lakers).
Lebron James - Music
Pau Gasol - Pants
Chris Paul - Fastbreak
Se não bastasse toda a magia da liga por si só, a NBA ainda consegue potencializar tudo isso com uma campanha que vem traduzindo muito bem tudo o que o basquete norte americano representa.
Post Relacionado:
NBA | Esporte Como Marca
5 de janeiro de 2009
Novos desafios para a NBA
Segundo notícia divulgada no UOL, o basquete norte americana amarga a menor popularidade desde 1981. Uma pesquisa conduzida pelo Instituto Gallup, que desde 1937 pergunta aos americanos quais os esportes que eles mais gostam de assistir, constatou que a modalidade tem hoje a preferência de apenas 9% da população norte americana - mesmo índice apontado há 28 anos pelo instituto.
Depois daquele ano, o basquete foi impulsionado por grandes jogadores como Larry Bird, Magic Johnson e Michael Jordan. Com estes três atletas a NBA viveu seu momento áureo, atingindo o ápice de popularidade com Jordan, quando 17% dos americanos disseram preferir o basquete a qualquer outro esporte.
Michael Jordan deixou a liga em 1998, e depois de anos mágicos proporcionados pelo trio, a liga se viu orfã de um jogador que conseguisse aliar alta performance, carisma e uma capacidade incrível de vender a si mesmo, a liga e, claro, outras marcas como estes três fizeram.
Além disso, o basquete teve atuações pífias em campeonatos mundiais e nas Olimpíadas. No segundo, os jogadores conseguiram reverter o jejum ao conquistar a medalha de ouro em Pequim; já no Mundial, a seleção americana não sobe ao luga mais alto do pódio desde 1994. Tudo isso contribuiu ainda mais para o declínio do basquete nos Estados Unidos.
Mas, ainda segundo a Gallup, há boa notícias para o basquete americano: o percentual de jovens e mulheres envolvidos com o jogo. Para 16% dos entrevistados de 18 a 29 anos, por exemplo, o basquete é mais relevante que o beisebol (citado por 6%).
Entre as mulheres, estrato em que o futebol americano tem seu menor índice (apenas 32% de preferência), 13% são fãs de LeBron James e outros astros da NBA, número idêntico às que preferem o beisebol.
Apesar do baixo índice de popularidade da modalidade, eu vejo perspectivas de melhora para a liga. Nos últimos anos surgiram grandes jogadores como Lebron James, Dwight Howard, Dwyane Wade e Kobe Bryant, que jogam em grandes franquias com chances reais de brigar pelo título. Além disso, na última temporada o Boston Celtics, o maior campeão da liga, voltou a conquistar o campeonato com seu trio de ferro composto por Ray Allen, Kevin Garnett e Paul Pierce.
Com isso, a liga vai retomando o nível de competitividade existente nos tempos mágicos citados acima.
A NBA, e em paralelo as marcas que patrocinam estes atletas (Nike, Adidas e Converse), também tem feito um forte trabalho de comunicação para tentar valorizar ainda mais este novo momento, que pode significar a retomada do esporte ao seu melhor índice de preferência.
Definitivamente não vai ser fácil, pelo contrário. A NBA tem nas mãos um grande desafio, mas a liga tem expandido para outros públicos (até pelo perfil dos atletas que tem surgido) e se apropriado de diferentes canais, como a internet, para tentar reconquistar o prestígio de antes.
Via UOL Esporte
15 de dezembro de 2008
Volta por cima Basquete
Depois de algumas tentativas frustradas de se (re)organizar nos últimos dois anos, parece que o basquete brasileiro pode entrar no rumo certo novamente.
Hoje será apresentado oficialmente o novo Nacional masculino de basquete, que será organizado por uma liga de clubes, com a diferença de que agora a liga conta com o aval da Confederação Brasileira de Basquete (CBB).
Não é a primeira vez que uma liga independente tenta organizar o Nacional no país. Em 2006, a Nossa Liga de Basquete organizou um campeonato que não obteve sucesso. E durante todo este período os clubes se afastavam cada vez mais da CBB e vice-versa.
No entanto, ausência da seleção masculina de basquete nos Jogos Olímpicos e o mau desempenho em outros campeonatos importantes colaboraram para os desejos renovados de uma reunificação. Em Junho de 2008 as conversas tiveram início e agora ficou acertado o novo formato da competição, que irá contar com 15 times ao todo.
Um dos grandes diferenciais desta vez é a parceria com a Rede Globo, que, além de ser responsável pelo marketing do torneio, vai dividir as cotas de patrocínio e abrir espaço para cobertura na TV aberta - as partidas serão transmitidas pelo Sportv.
Espero que desta vez a iniciativa dê certo. No caso do basquete, este tipo de estrutura já é comum em mercados altamente competitivos, como é o caso dos EUA e da Espanha. A parceria com a Rede Globo também vai ser fundamental para gerar visibilidade ao torneio, pelo menos neste recomeço. Só não sei se a liga deveria 'terceirizar' o marketing do torneio repassando-o à Rede Globo, mas neste caso talvez o marketing diga respeito 'somente' à divulgação do torneio.
Apostar somente na parceria com a Rede Globo a volta dos tempos áureos do basquete não é a melhor solução. De nada vai adiantar a emissora investir o dobro no torneio se não obtiver nenhum retorno; no fim do contrato tudo volta a ser como era antes. Se a Liga deixar de fazer a parte dela, mais uma vez o projeto de reerguer o basquete nacional vai por água abaixo.
Afinal, um campeonato onde um time ou outro se destacam é chato, não gera audiência e, portanto, não traz retorno. Neste sentido, é fundamental que haja investimento nas categorias de base, nos departamentos de marketing dos clubes etc, a fim de aumentar a competitividade do campeonato e do basquete nacional como um todo.
Estamos torcendo!!
5 de dezembro de 2008
A preparação de Lebron
A temporada regular da NBA já está de volta e com certeza vão aparecer muitos comerciais e ações interessantes de marcas como Nike e Adidas ao longo do campeonato.
Estrelado pela estrela do Cleveland Cavaliers, Lebron James, esta campanha da Nike criada pela Wieden+Kennedy de Portland se apropriou do hábito de jogador muito comum do jogador antes das partidas.
Quem já acompanha os jogos da NBA e o Lebron James em especial já deve saber do que eu estou falando.
Mortal.
Via Paula Rizzo
4 de novembro de 2008
NBA Tested. Brotherhood Ready | Adidas
No mais recente esforço global da Adidas para o basquete, a marca reuniu jogadores amadores dos EUA e da China com os astros Kevin Garnett, Gilbert Arenas, Dwight Howard, Tracy McGrady e Tim Duncan, todos da NBA, para mostrar que independentemente do nível dos jogadores, o que vale é a 'irmandade'.
No adidasbasketball.com você pode conferir a jornada dos jogadores pelos EUA junto aos atletas da NBA (serão 15 episódios ao todo).
Assista abaixo o episódio de Dwight Howard, do Orlando Magic.
Os estilos de jogo são divididos em 'Commanders' e 'Creators', que são os nomes dados aos tênis desta linha. Commanders, representado por Kevin Garnett, Dwight Howard e Tim Duncan, foi criado especialmente para garantir a absorção de impacto e permitir uma melhor explosão dos jogadores nas jogadas; já o Creators, representado por Tracy McGrady, Chauncey Billups e Gilbert Arenas, possui tecnologia ForMotion, que dá mais mobilidade e agilidade.
Depois de obter ótimos resultados com os esforços em digital em 2007, a Adidas quer capitalizar ainda mais este meio em 2008 e 2009, trazendo-o para o centro das ações da marca, uma vez que foi identificado que a garotada que joga basquete vê o mobile e a internet como os principais meios de comunicação (não só eles, certo?).
Tendo isto em vista, um dos pontos fortes da campanha é a possibilidade de interação com os atletas Adidas. Os fãs poderão trocar SMS com os astros, receber mensagens de voz no celular, além de acompanhar alguns deles através de blogs no site.
Desde 2006 a Adidas é a parceira oficial da NBA e produz nada menos que TODOS os uniformes dos times da liga norte americana. A marca vem tentando constantemente romper o domínio da rival Nike neste segmento, onde é líder absoluta. Vamos ver se os esforços recentes e as iniciativas online começam a dar resultados para a marca de origem alemã.
_
A iniciativa me remete um pouco à campanha Dream Big, também da Adidas, que postamos aqui.
29 de outubro de 2008
Wade's Belief | Converse
Dwyane Wade é um jogador que muito me agrada. Wade é extremamente focado, dedicado e de muita força física. Apesar de ter liderado o Miami Heat ao primeiro campeonato da história da franquia logo no seu terceiro ano como profissional e ser um dos jogadores mais novos da liga a conquistar o MVP das finais da NBA, o jogador vem sendo muito criticado por suas repetitivas lesões que não permitem que ele apresente a mesma regularidade de antes.
Mesmo assim, o jogador continua na luta para voltar ao topo novamente; e parece que ele tem conseguido.
Para o lançamento do novo tênis do jogador, a Converse, sua patrocinadora, criou um comercial que remete justamente a este momento que o jogador vive.
Assista abaixo:
Este deve ser apenas um dos muitos comerciais que teremos ao longo do ano com as principais estrelas do basquete. Comerciais com os astros deste esporte já são comuns e ganharam muito mais força após a era Jordan, que teve comerciais memoráveis. Este tipo de comercial busca uma aproximação/identificação ainda maior com o jogador como forma de estimular as vendas do produto.
13 de agosto de 2008
Camisas da NBA. Um negócio da China.
Recentemente comentei sobre a mudança de mentalidade na seleção norte-americana de basquete e também falei sobre o projeto criado pela Nike para promover este time que tem como objetivo reafirmar a hegemonia no esporte durante as Olimpíadas deste ano - clique aqui e aqui para ler os posts.
Hoje saiu no Meio & Mensagem uma matéria que fala sobre a venda de camisas da NBA na China. Ao contrário do que se esperava, a camiseta mais vendida no país não é a do astro chinês Yao Ming, e sim de Kobe Bryant, um dos grandes jogadores da seleção americana.
Depois de Kobe Bryant, as camisetas de atletas da NBA mais vendidas no país são de Kevin Garnett (Boston Celtics), Tracy McGrady (Houston Rockets), Paul Pierce (Boston Celtics), Allen Iverson (Denver Nuggets), Gilbert Arenas (Washington Wizards), Lebron James (Cleveland Cavalliers), Dwyane Wade (Miami Heat), Dwight Howard (Orlando Magic) e, finalmente, Yao Ming.
Dessa lista, quatro estão na seleção dos EUA e três deles são atletas Nike - Kobe Bryant, Lebron James e Dwyane Wade -; apenas Dwight Howard é Adidas. Segundo dados da própria matéria do M&M, as vendas estão 70% acima do esperado.
Além da mudança de mentalidade para retomar o domínio absoluto na modalidade, é óbvio que o basquete está se mostrando um verdadeiro negócio da China para os patrocinadores. Ou você acha que eles também não ajudaram a levar estes jogadores para os Jogos?
6 de agosto de 2008
Road to Redemption | Nike
Comentei recentemente sobre a declaração de Carmelo Anthony, onde ele defendia a participação dos atletas em suas respectivas seleções, e sobre a mudança na forma como os jogadores da NBA vêem a participação em competições como as Olimpíadas e campeonatos mundiais.
Depois de amargar o bronze em Atenas-2004 e no Mundial-2006, os EUA não querem deixar passar a chance de se reerguer nas Olimpíadas deste ano, que será a maior até agora. É a chance de mostrar ao mundo que a seleção dos EUA ainda pode ser considerada um verdadeiro Dream Team.
A mobilização em torno desta equipe é tanta que a Nike não podia deixar de aproveitar o momento.
A ESPN2 (EUA) está veiculando uma série chamada "Road to Redemption by Nike" (Rumo à Redenção) com 5 episódios, para mostrar o compromisso do time com a vitória e com o país que defendem.
Vocês podem conferi-lo através do site Nikebasketball.com.
Além disso, ontem, ao final do quarto episódio, a Nike veiculou um comercial que combina cenas da atual seleção norte-americana e do músico Mavin Gaye durante o All Star Game de 1983 em Los Angeles.
Criação da Wieden+Kennedy de Portland.
Além desta versão de 2 minutos e meio, irão ao ar nos Estados Unidos, à partir do dia 8 de Agosto, duas versões de 60 e 30 segundos deste comercial.
Ainda não tive tempo de conferir a série toda, mas parece que vale a pena.
O que eu mais gosto neste tipo de ação, e que até temos visto alguns clubes de futebol realizarem aqui no Brasil como o Santos e o Corinthians, é criar todo o envolvimento por parte da torcida em um momento de dificuldade. Mas eles foram além e usaram diversas ferramentas para construir essa participação - internet, TV (comerciais e conteúdo).
Não tenho dúvidas que, se a seleção americana conquistar o Ouro, teremos um material muito bacana criado pela Nike para celebrar este momento.
29 de julho de 2008
Cadê o amor à camisa?
Saiu hoje na Folha de São Paulo uma matéria a respeito de Carmelo Anthony - atleta da NBA que joga pelo Denver Nuggets, o mesmo time de Nenê - defendendo a participação de atletas em suas respectivas seleções (clique aqui para ler)
Não é pra menos. Depois da seleção que deu origem à expressão Dream Team em 1992, que contava com ninguém menos que Michael Jordan, Larry Bird e Magic Johnson, e de três medalhas de ouro consecutivas em olimpíadas, os EUA amargaram o bronze em Atenas-2004 e no Mundial-2006.
A hegemonia do basquete americano estava definitivamente ameaçada, e estes campeonatos apenas refletiam esta nova realidade. Aparecer e simplesmente jogar não estava mais dando certo para os EUA, definitivamente.
O que foi feito?
Ficou estabelecido que os jogadores que quisessem ir à Pequim teriam que comparecer aos principais compromissos da seleção norte-americana, a fim de entrosar mais a equipe e prepará-la para os difíceis confrontos que estariam por vir. Hoje, a seleção americana está levando suas maiores estrelas para as Olimpíadas.
Mas, mais do que tudo isso, um fator foi fundamental. Mudou-se a mentalidade dos jogadores, a forma como eles enxergam competições como o Mundial e as Olimpíadas. Eles voltaram a acreditar que era importante defender seu país e, principalmente, manter a hegemonia no basquete.
Quem quer fazer parte de uma geração derrotada? Pelo visto, nenhum deles. E é por isso que eles estão lá...
No caso do Brasil, temos grandes jogadores que chegaram à NBA, mas parece que com a ida para os EUA, o Brasil acabou ficando literalmente para trás. Pior que isso, somente os jogadores que ficaram por aqui e mesmo assim optaram por não defender a sua seleção.
Será que não precisamos de uma mudança de mentalidade, como a que tiveram os jogadores norte-americanos? Será que não vale mais a pena defender a seleção? Será que não vale a pena pagar o seguro para ir defender seu país como fez Dirk Nowitzki, da Alemanha?
Eu acho que vale, e pelo visto não sou só eu...
23 de julho de 2008
A nova realidade do basquete europeu
Depois do último post, onde comentei sobre a triste realidade que o basquete brasileiro vive atualmente, recebi de um amigo uma matéria que pode nos inspirar um pouco por aqui.
Está acontecendo hoje um movimento que há alguns anos seria impensável. O mercado europeu de basquete começa a mostrar sua força, e seus jogadores estão pensando duas vezes antes de aceitar propostas da liga dos sonhos até então, a NBA.
Tiago Splitter, que decidiu permanecer no Tau ao invés de ir para o San Antonio Spurs, talvez seja o exemplo mais conhecido entre os brasileiros, mas o fato é que outros atletas como Carlos Delfino, Garbajosa, Navarro e Primoz Brezec também estão preferindo permanecer nas ligas européias. E, acreditem, até alguns jogadores da NBA estão considerando cruzar o Atlântico.
O Euro, a moeda européia, tem grande peso neste novo cenário, já que os grandes clubes europeus acabam pagando valores 30% menores devido ao câmbio. Além disso, a globalização e as partidas da Euroliga que estão sendo transmitidas semanalmente em território americano têm eliminado um pouco do receio por parte de alguns jogadores de sair dos EUA.
Eles sabem que a Europa hoje representa uma oportunidade para se buscar melhores condições na liga norte-americana. Charlie Bell, James Singleton e Anthony Parker são prova disso - Anthony Parker é uma das grandes estrelas ao lado de Tim Duncan no San Antonio Spurs.
Uma nova realidade está se abrindo para os clubes europeus. Agora, além de reter alguns de seus jogadores, os clubes conseguem trazer jogadores americanos.
Sabemos que nossa moeda não é uma grande força e nossa realidade é muito diferente da européia. Mas pensemos nisso numa escala local. De uma certa maneira, o futebol brasileiro está fazendo isso atualmente. Nossos grandes craques estão sendo exportados para grandes clubes na Europa, mas estamos indo buscar jogadores (com preços mais acessíveis) nos nossos vizinhos sulamericanos. Vejam o caso de Herrera, Acosta, Tevez, Conca, Valdívia...
Outro ponto fundamental, na minha opinião, é a transmissão de jogos europeus nos EUA. Isto é fundamental para reposicionar as ligas européias para os jogadores americanos. Mais uma vez, pensemos no que pode ser feito por aqui. Será que não conseguimos pensar num calendário de jogos que coloque o esporte de volta na televisão?
O mercado europeu de basquete encarou o esporte como um produto e está gerenciando todos os seus movimentos para que a liga ganhe força no cenário mundial.
Como já foi dito, o basquete brasileiro vive um momento muito crítico e é preciso pensar nas mais variadas alternativas para fazer o esporte crescer novamente. Referências não vão faltar!!
Igão, valeu pela dica.