A Bwin, patrocinadora do Real Madrid, desenvolveu uma ação interessante para o clube madrilenho envolvendo 18 países da Europa.
A ação, entitulada "Save The Real Game", tinha como objetivo salvar o grande clássico do futebol espanhol Real Madrid e Barcelona. Os participantes tinham que encontrar 4 jogadores - Kaká, Marcelo, Van Der Vart e Granero - que "desapareceram", antes do clássico que aconteceu na última semana (10 de Abril).
Para descobrir o paradeiro dos jogadores, as pessoas tinham que encontrar 4 códigos que estavam espalhados na rede. Ao encontrar um dos códigos, uma dica era liberada para se desvendar o paradeiro de outros jogadores.
O vencedor leva uma viagem para acompanhar o time do Real Madrid com direito a ficar hospedado no mesmo hotel dos atletas, além de ingressos para a final da Liga dos Campeões.
Confira o vídeo que mostra como se deu o desaparecimento dos jogadores:
16 de abril de 2010
Save The Real Game | Bwin & Real Madrid
9 de março de 2010
PEPSI 2010 | Copa do Mundo
Novo comercial da Pepsi, já em clima de Copa do Mundo, com atletas que são patrocinados pela marca como Kaká, Messi, Thierry Henry, Lampard, Andrei Arshavin e Didier Drogba.
29 de setembro de 2009
Líder Palmeiras de olho na base
O Palmeiras, atual líder do Campeonato Brasileiro, apresentou um novo projeto para as categorias de base. Trata-se de um novo centro de treinamento onde os jovens terão tratamento de verdadeiros profissionais.
O local do CT ainda não foi definido, pode ser em Guarulhos, no mesmo lugar do atual ou em outra localização definida pelo clube.
O técnico Muricy Ramalho vê a iniciativa com bons olhos, e acrescenta dizendo que o clube ainda deve fazer as tradicionais peneiras em vários estados e que os olheiros devem ser ex-jogadores do clube.
O que fica disso tudo é que ultimamente falamos muito do Palmeiras e agora vemos um projeto que necessita ser o início de todos os projetos. Quando um clube investe na categoria de base, ele investe em jogadores, no clube, no patrimônio e na própria história.
Mais do que garantir bons jogadores “de graça”, o clube garante um grupo forte, uma fonte de renda, cria elo entre jogadores e clube e inicia um ciclo vicioso.
São Paulo, Grêmio, entre outros já possuem essa estrutura e os resultados estão visíveis. Não muito longe vemos Ronaldinho Gaúcho, Anderson, Lucas, o próprio Kaká e o zagueiro Breno.
Ou seja, olhar para base é realmente cuidar do futuro do clube.
3 de setembro de 2009
Brasil e Argentina | Rivalidade dentro e fora do campo
De um lado, Kaká e Dunga, do outro, Messi e Maradona. Dois são considerados os melhores do mundo atualmente, e os outros dois duelaram na década de 90.
De um lado, Nike, Ambev e Vivo, do outro, Adidas, Coca-Cola e Claro. Um dos maiores clássicos do futebol mundial reflete a briga entre marcas fora dele.
Nike e Adidas entram em campo com os uniformes, já os patrocinadoras aparecem nos treinos, nos painéis para entrevistas e na roupa que os jogadores usam durante o período de seleções.
Alguns acham que é mera coincidência, mas se analisamos, podemos notar que cada vez mais as empresas buscam estar em locais que a concorrência está, de uma forma ou de outra.
Enquanto uns não reparam, nós publicitários podemos enxergar inúmeras oportunidades de campanhas, principalmente na Argentina, que a publicidade tem um tom mais bem humorado.
Este jogo é único, e nessas horas o patrocínio deve ultrapassar a estampa de logotipo em roupas e banners. O valor investido para estar junto dessas seleções não é pouco e o conteúdo que os times podem oferecer é gigantesco.
Está na hora de ressaltar que as empresas mais do que patrocinarem, torcem para as seleções e estão juntas até o fim.
E vocês, acham que as empresas deveriam apostar nas seleções e correr o risco de mexer com tamanha rivalidade?
12 de agosto de 2009
A Adidas do mundo no Brasil
Os novos vídeos da Adidas causaram muita polemica na web. O Meio&Mensagem publicou hoje uma nota sobre a questão do viral da marca com o argentino Riquelme.
A discussão passa por questões como a rivalidade entre Brasil e Argentina e até sobre a relação entre Riquelme e Maradona. Porém, o motivo da nossa discussão aqui é outro.
Já vimos muitas vezes campanhas da Adidas estreladas por Messi, Zidane, Riquelme e Kaká aqui no Brasil. Tirando Kaká, que é brasileiro e Zidane que é um mito, temos muitos vídeos estrelados por estrangeiros e principalmente argentinos em nossas telas.
Claro que a marca é global, as campanhas são alinhadas mundialmente, mas há um ponto fora da curva nisso tudo. Apesar de o Kaká ser uma das maiores estrelas da marca, é estranho ver campanhas no país com personagens estrangeiros apenas, ou que estão tão longe.
A distancia entre países, campeonatos e informações é praticamente inexistente com a internet, mas sinto falta de regionalismo nessas campanhas.
A marca patrocina grandes clubes do país e penso que Palmeiras e Fluminense poderiam contribuir para isso. Apesar da briga entre marcas para conseguir patrocinar atletas, a Adidas tem condições de se juntar com algum grande ídolo dessas duas equipes, por exemplo, para trazer a comunicação para mais perto.
Uma coisa não substitui a outra, eu sei. A campanha global é necessária e importante para criar todo um conceito da marca nas pessoas e principalmente porque esses jogadores agregam emoção, desempenho e conquistas para a Adidas. Porém, é necessário chegar mais perto dos consumidores locais com uma comunicação mais próxima.
A Nike fez inúmeras campanhas voltadas para o Corinthians, usando jogadores do clube e a Adidas figura muito discretamente com relação a isso.
A globalização é importante, mas a proximidade é fundamental!
20 de julho de 2009
Sai Kaká entra Leonardo
No final do ano passado, o brasileiro Leonardo foi anunciado como novo comandante da equipe do Milan e já venceu na estréia, em amistoso contra o Varese.
O futuro ainda é desconhecido, não sabemos se o brasileiro irá brilhar como técnico, mas que virou a bola da vez, virou. Pelo menos para a Adidas...
A patrocinadora perdeu sua maior estrela, Kaká que foi para o Real Madrid, e fora ele, não tem nenhum craque com chuteiras Adidas, já que Ronaldinho Gaúcho e Alexandre Pato são Nike. Sorte que Kaká foi para o clube espanhol que também é patrocinado pela marca, porém, a equipe de Milão ficou órfã.
A escolha é prudente e curiosa. Leonardo tem o perfil da marca e do clube, mas é técnico. Não ira fazer gol, mas pode comemorar, no banco de reserva, onde provavelmente ficará de terno, sem as três listras...
Enfim, é curioso como a Adidas irá explorar a imagem do clube. Aqui é diferente, a Olympikus provavelmente usará a imagem de Adriano com o uniforme, da canela pra cima e em campo, onde é "apenas" um jogador do Flamengo, clube que ela patrocina. Há quem diga que o Imperador irá comemorar batendo no peito ou levantando a camiseta, para assim esconder a Olympikus, mas por enquanto não foi o que vimos.
Talvez dessas disputas, as marcas invistam mais e ajudam nas contratações dos clubes. Ou não a Reebok, por exemplo, prefere patrocinar o clube para não correr o risco do jogador se transferir e acabar com o elo entre marca, clube e atleta.
É questão de política, mas o que vocês acham? As marcas devem ser "donas" dos jogadores para colocarem em clubes que patrocina, buscar alternativas como o caso do Leonardo ou usar a imagem dos jogadores em campo como Olympikus e Reebok?
6 de julho de 2009
Hoje é o dia de Cristiano Ronaldo no Real Madrid
Depois da festa para apresentação de Kaká, hoje a diretoria do Real Madrid espera um mega evento para marcar a chegada do atacante português ao clube.
A expectativa é reunir 70 mil torcedores e mais de 500 jornalistas, e para isso, o Real Madrid já tomou algumas providencias. A apresentação foi marcada para as 20h00 para dar tempo das pessoas que estão no trabalho chegarem ao estádio e para os jornais das 21h00 terem tempo de editar a matéria para transmitirem.
Michel Platini, atual presidente da Uefa já criticou os gastos do clube, classificou como “não é normal”, mas parece que a diretoria do Real Madrid nem ligou para o comentário já que espera recuperar boa parte do investimento antes da estréia dos dois.
Para alavancar as vendas da camisa de Cristiano Ronaldo já foi adotada uma medida: o nome estampado será “Cristiano R.”. Isso, porque ele usará a camisa número nove, mesmo número usado pelo Fenômeno Ronaldo, fato que poderia fazer com os torcedores que já tivessem a camisa “9 – Ronaldo” não comprasse o novo modelo.
O fato é que o clube reuniu dois jogadores que dentro e fora de campo estão brilhando. Com certeza é a melhor dupla do mundo para ganhar jogos e arrecadar dinheiro.
Sorte ao Real Madrid. Que a estrela do clube volte a brilhar...
30 de junho de 2009
Kaká & Real Madrid | O começo de uma nova fase

Depois de muito desejo dos espanhóis, o brasileiro vestiu a camisa do clube de Madrid oficialmente no Santiago Bernabeu.
O número escolhido foi 8 e ao que tudo indica será o mais vendido na Europa, Ásia e lojas espalhadas pelo mundo todo.
Kaká ficou 6 anos no Milan e marcou história. Mais do que conquistar títulos e ser eleito o melhor do mundo, sua passagem foi marcada por uma identificação singular com a torcida e com a história do clube. Muitos acreditavam na permanência eterna, mas até sua saída foi clássica e com viés positivo – o que não significa que o jogador não possa ou não irá voltar no futuro, pelo contrário.
A chegada ao Real Madri marca o começo de uma nova fase. Uma oportunidade para o clube voltar a ser o maior e para Kaká o melhor do mundo novamente. Os holofotes estarão voltados para os novos galácticos e com certeza o brasileiro será o número 1.
Mas Kaká não será apenas o número 1 desta nova fase no Real Madri. Kaká irá fazer parte de um seleto grupo de jogadores que conseguiu manter o altíssimo nível de rendimento por um longo período da carreira. Se há alguém em quem se inspirar no futebol atualmente, este alguém é Kaká. Para alguns pode ser apenas mais uma mudança de clube de um grande jogador, mas o fato é que Kaká representa o ponto de inversão no futebol atual. Um futebol muito bem jogado e que traz resultados; nem uma coisa nem outra, ambas.
Consciente como o jogador é, não podemos esperar nenhuma aventura pela Espanha. O que podemos ter certeza é que será mais um casamento entre clube, jogador e torcida.
Boa sorte, Kaká!
Postado por Bruno e Dida
12 de junho de 2009
Cristiano Ronaldo no Real | Vuelve La Ilusión²
Depois de Kaká, o Real Madrid confirmou a contratação do português Cristiano Ronaldo, sendo a transação mais cara do futebol mundial por nada mais nada menos do que R$ 256,6 milhões. As outras três maiores contratações do futebol também são do Real Madrid: Zidane, Kaká e Figo, respectivamente.

Cristiano Ronaldo estava no Manchester United e se junta à Kaká e ao presidente Florentino Pérez no projeto de formar outro time “Galáctico”. Os dois são os últimos melhores jogadores do mundo da FIFA e juntos têm a missão de fazer o Real Madrid voltar a ser o melhor do planeta.
Os planos de Florentino Pérez são ambiciosos e ao que tudo parece, os investimentos milionários tem um único objetivo: formar um time forte. A partir disso, tudo entraria em um ciclo vicioso: time forte, conquistas, títulos, premiações maiores, maiores contratos, mais dinheiro em caixa, reforçar o time e assim por diante.
Claro que há muito marketing nas contratações, mas os dois jogadores são inquestionáveis dentro de campo e serão muito úteis para o clube. Porém, muito se especula sobre a origem dos valores que foram gastos e os dirigentes do Barcelona já esperam que o clube de Madrid exiba as contas para provar tudo isso.
Recente levantamento da empresa de consultoria Deloitte, o Real dobrou sua arrecadação desde 2002, chegando em 2009 a 300 milhões (R$ 815 milhões). O último contrato para transmissões de tevê assinado pelo clube foi em 2006. Acordo de sete anos no valor de 1,1 bilhão (R$ 2,99 bilhões).
Além disso, o clube ainda possui grandes contratos com Adidas, Coca-Cola, Audi e o site de apostas Bwin.com. Só o contrato com a fornecedora de materiais em 2007 rendeu R$ 2,07 bilhões.
Outro ponto importante é a legislação espanhola que tem tributação sobre os salários de 23% nos primeiros cinco anos (na Inglaterra o valor vai chegar em 50% em 2010).
De acordo com os dirigentes do Barcelona, recuperar este valor em venda de camisa é impossível, mas devemos lembrar que antes do inicio da temporada, os clubes fazem viagens pela Ásia que rendem muito aos cofres.
Muitos criticam as contratações em época de crise mundial (inclusive Michel Platini), mas o fato é que Florentino Pérez está formando um novo time Galáctico. Acredito que o valor investido será recuperado e o clube tem tudo para voltar a ser o melhor do mundo.
Mas e vocês, o que acham? Vale investir tanto dinheiro para formar um elenco forte?
9 de junho de 2009
Felipão no Bunyodkor e Kaká no Real Madri
O técnico Luiz Felipe Scolari é o novo comandante do Bunyodkor, do Uzbequistão. Felipão estava estudando propostas desde que saiu do Chelsea, em janeiro de 2009.
Muitos não devem nem conhecer a equipe, mas o atual técnico do CSKA, Zico, também teve passagem (breve) pelo time do Uzbequistão. Luiz Felipe Scolari, técnico do penta do Brasil disse que a proposta foi muito interessante, por isso resolveu aceitar o desafio.
Fico me questionando sobre a decisão do técnico e consigo enxergar alguns pontos positivos. O técnico pode ter dado um passo para trás para depois assumir um time de ponta do futebol europeu com mais tranqüilidade do que teve no Chelsea. Diferentemente de muitos jogadores e alguns técnicos, o consagrado Felipão ainda mostra vontade do trabalho difícil do dia-a-dia para montar equipes e principalmente grupos vitoriosos.
Por outro lado, a chegada de uma estrela como é o Felipão pode movimentar o futebol do Uzbequistão, atraindo mídia, patrocinadores e jogadores. É interessante esse tipo de negociação, pois poderemos ver os resultados em pouco tempo.
E na noite de ontem, com entrevista exclusiva para o Jornal Nacional, seguida de coletiva para toda imprensa, Kaká anunciou sua ida para o Real Madri. Já comentamos aqui, mas vale ressaltar que a negociação foi muito mais pela necessidade do Milan de recuperar o caixa do que a vontade do brasileiro de sair da equipe.
Kaká chega como ídolo, diferentemente de sua chegada no Milan, mas muito maduro e consciente do seu papel na equipe e no futebol mundial. Mais uma equipe patrocinada pela Adidas, que não terá problemas para exibir a imagem do jogador dentro e fora dos gramados. As camisas do jogador devem começar a ser vendidas assim que o seu número for escolhido.
Dois destinos diferentes e dois pentacampeões mundiais pela seleção. Duas estrelas e duas chegadas que podem ser bem exploradas pelos envolvidos.
3 de junho de 2009
Kaká no Real Madri | Vuelve la Ilusión
Depois de muita especulação, parece que o brasileiro Kaká irá deixar o Milan. O destino é o Real Madri e pode representar muita coisa.
Com a aposentadoria do Maldini, tudo indicava que o brasileiro seria o novo “filho” do Milan, que em breve seria o capitão do time e o eterno xodó da torcida.
Por outro lado, Florentino Pérez voltou ao comando do Real Madri e prometeu um time espetacular que iria contar com o brasileiro.
Apesar da paixão recíproca entre Kaká e Milan, o clube italiano está passando por dificuldades financeiras e a venda do brasileiro por R$180 milhões seria uma das soluções para tirar o time do vermelho.
A ida para o Real Madri é incógnita. Mesmo sendo um time de ponta, os últimos resultados do clube não são tão empolgantes como o discurso de Florentino. Mas se lembrarmos dos Galácticos, podemos entender que o Kaká está indo para o clube que o fará o melhor do mundo novamente.
Temos que esperar os resultados para ver o saldo da transação para o jogador. O fato é que o valor pago rapidamente voltará aos caixas do Real em ações envolvendo clube, a marca do jogador e a Adidas.
Apesar da frustração e de todos imaginarem o brasileiro se aposentando no clube italiano, vamos sempre lembrar que o Kaká está indo para o Real Madri e não para um Manchester City da vida...
14 de abril de 2009
Pepsi | Novo time de estrelas
Mais um post sobre bebidas e jogadores de futebol. Desta vez, sai cervejas e entra refrigerante, mais uma bebida que não possui apelos saudáveis para o público.
A Pepsi anunciou o novo time de craques que irá estrelar as próximas campanhas que irão ao ar ainda neste ano. Kaká será o principal astro e terá ao seu lado o inglês Frank Lampard, o argentino Lionel Messi, o francês Thierry Henry e os espanhois Cesc Fábregas e Fernando Torres.
Não é novidade a ligação de jogadores de alto nível com a marca. Grandes estrelas como David Beckham, Ronaldinho Gaúcho, Roberto Carlos, Francesco Totti, Raúl entre outros já protagonizaram comerciais que ficaram para história e na memória de muitas pessoas.
Estas campanhas sempre ultrapassavam a fronteira dos comerciais com ações offline e no PDV. Ainda me lembro de um uniforme da Pepsi - igual o usado pelos jogadores nos comerciais - que era trocado nos supermercados, e dos copos comemorativos de cada um dos craques.
A nova campanha busca interação com os consumidores, convidando as pessoas a enviarem vídeos demonstrando o talento com a bola, e terá o hotsite e as embalagens como plataformas de divulgação.
Muita polemica sobre a ligação de jogadores de futebol e bebidas “não saudáveis” está surgindo desde o último comercial do Ronaldo. Por um lado temos as empresas que buscam o os jogadores para agregar visibilidade, conquistar consumidores e talvez ter um atributo saudável. Do outro, temos jogadores alugando suas marcas e fazendo valer o tal “direito de imagem”.
Não vejo problema na maioria dos casos, nem para empresas e nem para os atletas. E vocês, o que acham desta ligação?
Enquanto não temos o novo filme, relembrem este clássico da Pepsi
15 de janeiro de 2009
Kaká. Fazendo história.
Os olhos do mundo do futebol estão em Kaká. O jogador recebeu uma proposta de R$ 338 milhões para se transferir ao Manchester City, atual clube de Robinho (negociado por R$ 96 milhões). Pelo sim e pelo não, Kaká pode fazer história. Se aceitar a proposta, Kaká, além de ter o maior contrato do mundo, dará mais fôlego ao sistema vigente no futebol atual, onde transações milionárias são cada vez mais comuns; mas, se recusar a maior oferta da história deste esporte, o ídolo brasileiro pode representar um efeito que talvez sentiremos bem lá na frente.
Kaká não nega, ele está tentado com a proposta do clube inglês. Mas ao mesmo tempo o jogador hesita em dizer 'sim' pois, segundo ele próprio, o Manchester City representa uma fortuna imediata e também uma incógnita em termos profissionais - apenas para lembrar, o time de Robinho é o 15o colocado na Liga Inglesa e não disputa o principal interclubes da Europa. A ida para o Manchester City pode diminuir sua visibilidade no cenário internacional, o que o levaria a perder a chance de lucrar com contratos publicitários, como acontece hoje.
Kaká já revelou em outras entrevistas que tem vontade de seguir no Milan até o final da sua carreira, e é por isso que a possível negativa do jogador pode representar uma volta aos tempos de "amor à camisa". O Kaká tem um grande potencial para ser um dos maiores jogadores da história deste clube, senão o maior. Maldini, por exemplo, está há tanto tempo no clube que confundem a carreira do atleta com a história recente do clube. O Milan é uma das exceções no futebol mundial, eles sabem cultivar e preservar seus ídolos. Kaká não está só preocupado com o valor do contrato e seus patrocinadores, ele sabe que há muito mais em jogo no Milan. Há 'vida' após a saída do atleta dos gramados, e Leonardo, ex-atleta do clube, é um bom exemplo disto - imaginem como poderia ser para Kaká.
Esta possível transação acaba levantando de novo uma discussão já quase antiga: será que a FIFA não deveria estipular tetos salariais para os jogadores de futebol, como já acontece com os jogadores da NBA? Este tipo de medida é fundamental para (tentar) manter as principais estrelas do time e criar vínculo com a torcida. É impossível não citar exemplos como o de Michael Jordan e Pelé, que fizeram história nos muitos anos que jogaram por seus times.
Com certeza Kaká tem uma difícil decisão pela frente. Mas pensemos no que a recusa do jogador, um forte formador de opinião, poderia representar para outros jogadores do mundo, inclusive do Brasil.
29 de setembro de 2008
Novidades + Michael Jordan | Nostalgia
Semana passada o Radar Esporte esteve num ritmo um pouco mais lento, mas eu e o Bruno estávamos pensando em como rechear e organizar melhor o conteúdo do site. Como o número de visitas estava ficando cada vez regular, vamos fazer alguns ajustes pouco a pouco...
Como vocês devem ter percebido, desde o início nós procuramos postar coisas relativamente novas, mas a partir de hoje vamos trazer campanhas e ações um pouco mais antigas também. Tem muita coisa bacana disponível e que vale a pena colocar aqui no Radar.
Também criamos um e-mail para vocês mandarem sugestões, críticas etc:
contatoradar@radaresporte.com.br
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Para dar início à seção Nostalgia, vou postar este comercial de Gatorade com Michael Jordan, criado em 2002.
O que não vai faltar é material sobre o jogador. E o mais bacana é que muitos dos comerciais com 'Air Jordan' tentam refletir algumas de suas principais características como atleta: sua força física e mental, dedicação, liderança etc.
Apesar de parecer básico, algumas marcas têm falhado, na minha opinião, ao usar o atleta como uma forma simples de associação (quase que visual apenas), deixando para trás valores e características que poderiam agregar muito mais para a marca.
Vejam aqui um exemplo mais recente da marca Gatorade, que não aproveitou como poderia a imagem do jogador Kaká.