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21 de março de 2010

#Senna50 | Homenagem "eterna" a Ayrton Senna

Dizem que os heróis tem o incrível poder de serem eternos. Verdade. E quando falamos de atletas, alguns tem a capacidade de virarem ídolos e muitos poucos conseguem se transformar em heróis, verdadeiros mitos.


Nós brasileiros felizmente temos um, mas que infelizmente já não está mais conosco. Ayrton Senna da Silva é provavelmente o maior ídolo do esporte brasileiro e para muitos, o grande herói de nossa história.

Muitas vezes, sem darmos conta, esperamos as pessoas morrerem para darmos o verdadeiro valor que merecem, fato que felizmente não permitimos se repetir com Senna, já que em sua intensa e vitoriosa trajetória na Fórmula 1 ele sempre foi muito reverenciado pelos brasileiros.

Recentemente soubemos por um amigo de um fato curioso. Frank Williams, o todo poderoso da escuderia que leva seu nome, resolveu prestar uma homenagem após o falecimento de Ayrton. Desde a morte do piloto, a equipe William passou a levar no bico dos seus carros o “S” do Senna.

Uma forma singela de homenagear e eternizar este grande ídolo do esporte. Talvez não seja novidade para alguns, mas a maior parte das pessoas nem deve imaginar essa homenagem.

Nada mais apropriado do que comentar sobre isso aqui no Radar Esporte no dia em que Senna completaria 50 anos.

Postado por Dida e Bruno

10 de setembro de 2009

GP Brasil de F1 | A marcas já estão largando

O GP Brasil de F1 em Interlagos será apenas no dia 18 de outubro, mas as marcas já estão correndo para sair na frente no quesito patrocínio.

A Cervejaria Petrópolis fechou um acordo com a Brawn GP em agosto e estará estampada nos carros e capacetes de Jenson Button e Rubens Barrichello. O acordo ainda prevê uma série de ativações e vai de encontro à campanha de responsabilidade “Lugar de Piloto é na Pista. Se Beber não Dirija”.

A marca que estará presente é a Itaipava e com o acordo, a marca se firma nas principais competições automobilísticas do Brasil: Stock Car, Copa Vicar, Stock Jr, Fórmula Truck e as provas do Itaipava GT Brasil, que envolve as categorias Itaipava GT3, Itaipava Trofeo Maserati e Copa Renault Clio.

Por outro lado, o São Paulo F. C. também está se movimentando e deverá anunciar nesta manhã a parceria com a Interpro, promotora do Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1.

Com apoio do piloto são paulino Felipe Massa, o clube irá lançar o "Paddock Tricolor", setor especial em Interlagos durante o GP.

É interessante a corrida das marcas para garantirem o espaço na prova mais importante do automobilismo mundial que acontece no país. Só resta saber se serão grandes ativações ou se tudo ficará no papel...


dica do @leandro_otsuka

28 de maio de 2009

Google na F1?


Depois de muita especulação, a Brawn GP e a Virgin não chegaram a um acordo e, por isso, a empresa de Richard Branson não deve estampar mais sua marca nos carros da equipe.

Nesta última quarta-feira, Nick Fry, diretor da equipe inglesa, afirmou que as partes não chegaram a um acordo e que o contrato não tinha sido renovado - Richard Branson estaria se negando a desembolsar mais que US$ 250 mil por corrida.

Eu já havia comentado aqui no Radar Esporte que, após a segunda vitória da equipe, a expectativa era de que os contatos aumentassem e que pouco a pouco começássemos a ver mais e mais marcas aparecendo no carro sensação deste ano. Não foi o que aconteceu. Já entramos na temporada europeia e os carros da Brawn GP continuam só com a marca Virgin.

Naquele post fiz um paralelo com o Corinthians que, com o ganho de visibilidade devido a chegada de Ronaldo e os bons resultados, foi deixando seu uniforme cada vez mais parecido com o de um macacão da F1; a Brawn estranhamente não conseguiu reverter os resultados e a maior exposição em mais patrocinadores, pelo menos até agora - se bem que a equipe diz não ter problemas com verba para este ano.

Mas, se por um lado a Virgin não chegou a um acordo com a Brawn, se especula que o Google teria intenções de se tornar um patrocinador da equipe o quanto antes. Larry Page, co-fundador do Google, visitou o paddock da F1 no último GP de Mônaco. Apesar de ser convidado oficial da Vodafone, patrocinadora da McLaren, parece que o grande interesse de Page estava mesmo era na Brawn GP. Alguns também dizem que para a temporada de 2010, o plano de Branson e Page é adquirir a equipe, mas isso não passa de especulação neste momento.

O fato é que, com a saída da Virgin, o carro branco da Brawn parece ser o lugar perfeito para o Google estampar sua marca - mais parecido com o seu site não poderia ficar. ;)

5 de abril de 2009

A novela do patrocínio se repete na F1 com a Brawn GP

Depois da vitória de estréia na Austrália na semana passada, Nick Fry, chefe executivo da Brawn GP, confirmou que apareceram mais patrocinadores interessados na equipe. Agora, com a segunda vitória da equipe, a tendência é que os contatos aumentem.

Segundo Nick, a maior parte dos contatos vem de empresas britânicas que estariam interessadas em sustentar esse link nacional com a equipe inglesa.

Apesar de Jenson Button e Rubens Barrichello não terem sido cogitados, até então, como os principais pilotos da F1 e com chances reais de conquistar o campeonato deste ano - apesar de eu achar cedo para tal -, a situação da Brawn GP lembra um pouco um momento que o Corinthians viveu há pouco, até acertar um patrocínio anual com a Batavo.

Grande frenesi em torno da Brawn, um ótimo momento para a equipe - duas corridas e duas vitórias, a primeira com direito a dobradinha -, a ausência de um grande patrocinador, dúvidas quanto a capacidade da equipe se sustentar ao longo do ano e marcas que se aproveitam desta indefinição para aparecer com grande destaque.

A Virgin, que está entre os possíveis patrocinadores definitivos, também faz o papel de marca que se aproveita enquanto as coisas não se acertam em definitivo. A marca acertou um contrato que estava previsto para se encerrar no GP da Malásia; tudo ao custo de $250.000 por prova.


Segundo estimativas, a primeira vitória de Button teria gerado o equivalente a £8 milhões em exposição na televisão. Isso é que é retorno!

Será que a Brawn fecha um acordo rapidamente ou vamos ver uma adaptação da 'novela corintiana' nas pistas da F1?

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Crédito foto: f1-live.com

31 de março de 2009

As surpresas da Stock Car e da F1

Começou a temporada 2009 de duas categorias do automobilismo. Na Austrália, a F1 deu largada para o que promete ser uma temporada inesquecível. Já em Interlagos, a Stock Car começou uma nova era em uma das categorias mais tradicionais do automobilismo nacional.


Não vamos comentar aqui no Radar Esporte o desempenho técnico de cada um dos pilotos, tampouco dar palpites em carros. Vamos analisar o ponto mercadológico destas duas categorias que vão ser noticia em muitos posts aqui durante o ano.


A Stock Car começou e trouxe neste ano inúmeras marcas “vestindo” os carros e dando nome às equipes (pelo menos para os telespectadores). Red Bull, Panasonic, Itaipava, Dolly, Eurofarma, Medley, São Luiz, Ipiranga, Hot Wheels entre outras. Estas empresas estampam carros e com certeza devem explorar esta participação na categoria com outras ações.


O curioso fica por conta das empresas ligadas à saúde (hospital e laboratórios) marcando presença mais uma vez, e das empresas de bebida (cerveja e refrigerante) nos carros. O investimento com certeza não foi pequeno, e patrocínio como este deve ser explorado em outras plataformas de negócio e divulgação para as empresas.


Só por curiosidade, a Hot Wheels foi a primeira equipe a abandonar a prova, mas os fanáticos por carrinhos não devem ter ligado muito.


Na F1, a Brawn GP passeou, fez dobradinha, porém quase passou em branco. Digo isso porque se vocês repararam, o macacão dos pilotos está “clean”, por falta de patrocínio. A Virgin bancou a equipe que estava falida, e hoje deve estar sorrindo à toa com a exposição no mundo todo. A Virgin ainda estaria disposta a comprar a equipe, caso o time passasse a levar o nome da marca e fizesse uso de combustível não poluente.



Após a primeira etapa, investidores devem correr para conseguir espaço no uniforme e nos carros que mais devem aparecer no ano. Porém, com certeza vão bancar muito mais do que poderiam ter investido antes do início da temporada...

17 de março de 2009

F1 com novas regras para 2009

Ainda em 2008, o Radar Esporte havia comentado sobre a possibilidade de uma alteração no sistema de pontuação para a temporada 2009, e agora é pra valer.

A FIA confirmou que o novo método já valerá para a temporada deste ano.

A única diferença com relação ao que trouxemos aos leitores do Radar na ocasião é o fato de que o número de vitórias irá determinar somente o campeão da temporada - caso haja empate no número de vitórias, a pontuação ao longo da temporada irá definir o novo campeão -; ou seja, do segundo ao último lugar continua valendo o tradicional esquema de pontuação (dez pontos para o vencedor, oito para o segundo colocado, seis para o terceiro, e assim sucessivamente)

O sitema de medalhas de ouro prata e bronze (como nas Olimpíadas), defendido por Bernie Ecclestone na ocasião, foi rejeitado pela FIA.

Uma decisão de peso como essa, que seria capaz de alterar 12 campeonatos da F1, já está causando polêmica entre membros da direção da FIA, equipes e, claro, os pilotos. Só para constar, para aqueles que não quiserem acessar o link acima, com o novo sistema Massa teria sido campeão na temporada passada; e Senna, tetra.

A Fórmula 1, sob direção da FIA, é famosa por trazer novas idéias e formatos em praticamente todas as temporadas, seja na fórmula de pontuação, no teto orçamentário das equipes, nas especificações dos carros, não importa; a F1 procura ano a ano trazer inovações que tragam uma maior competitividade e/ou, por que não (?), uma melhor adaptação ao contexto - como é o caso com a atual crise financeira.

Resumindo, a FIA parece não ter medo de errar, mesmo com as cifras milionárias envolvidas no tal 'circo da Fórmula 1'. E, num mundo onde as mudanças acontecem muito rapidamente, nada melhor do que propor mudanças que mantenham a categoria no topo. Além disso, essa política de mudanças traz muito mais flexibilidade e agilidade para a categoria, tanto para o erros como para os acertos. O que deu certo permanece, e o que não funcionou é modificado.

Eu particularmente aprovo o novo formato por julgá-lo mais justo e, além disso, acredito que ele ajuda, junto com outras medidas, a renovar o interesse pela categoria, mas queria outras opiniões.
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Será que a FIA, como organização, não seria um ótimo exemplo para organizações como a UEFA, que muito discute mas pouco faz com relação a alguns assuntos de peso para o mercado do futebol?

18 de fevereiro de 2009

F1 em busca da nova categoria de patrocinadores

Quem não se lembra da era dos cigarros como grandes patrocinadores da maior prova do automobilismo mundial? Por muitas temporadas, as marcas de tabacos representavam a maior cota de patrocínio da categoria, até as restrições de publicidade do produto em muitos países.

Os anos se passaram e hoje em dia os grandes investidores da prova são os bancos. Porém, com a crise que afeta o mundo inteiro, a imagem das instituições financeiras não se encaixam da mesma forma com a categoria, que é marcada por investimentos enormes e eventos luxuosos.

Apesar de toda exposição gerada pela competição, não é tão simples explicar demissões no mundo inteiro e verbas gigantescas indo direto para um patrocínio. Resultado: o possível fim da era dos bancos.

O banco ING já anunciou a saída da Fórmula 1 após o término da temporada 2009, e o Credit Suisse já havia anunciado que não renovaria o contrato com a BMW, encerrado no fim de 2008.

Se por um lado é ruim para a categoria mais tradicional do automobilismo, é realmente uma decisão coerente em meio à crise que ronda o planeta. Ou teremos um esforço enorme para diminuir os custos e manter pelo menos alguns patrocinadores, ou teremos, aos poucos, o fim deste luxuoso mundo do esporte.

Depois dos cigarros vieram os bancos e agora temos uma interrogação. Quem será a nova categoria que investirá no esporte? Será que de repente surge um “Google”? Qual seu palpite?