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3 de dezembro de 2009

A mão de Thierry Henry | De novo...

O Dida comentou no post abaixo o anúncio de oportunidade após o gol irregular que colocou a França na Copa do Mundo 2010.

Como já era de se esperar, agora foi a vez da Gillette, patrocinadora do jogador tirar onda com o fato. No site Gillette Champions, que traz os atletas Roger Federer, Tiger Woods e Thierry Henry, a marca faz uma brincadeira no momento que eles aparecem com os “instrumentos de trabalho”, onde o francês aparece com a bola na mão.

A sutil brincadeira não está disponível na versão francesa do site, mas a brincadeira com o jogador provavelmente será vista nas mãos dos torcedores durante a Copa do Mundo.

As marcas estão pegando carona no ocorrido, mas o presidente da Fifa, Joseph Blater já deu um jeito de reprimir o fato deixando a França fora das seleções cabeças de chave, apesar de afirmar que uma coisa não tem nada ave com a outra.

Vamos ver até onde isso vai. Se iremos ver aquelas mãos gigantes (estilo Brahma) nas arquibancadas ou se irão reprimir o jogador...

Dica: CCSP

21 de setembro de 2009

Coca-Cola | "What's your celebration?"

Na coletiva desta segunda-feira, em Zurique, na Suiça, foi anunciada uma das ações mais fantásticas que eu já vi com relação à Copa do Mundo de todos os tempos.

A gigante dos refrigerantes decidiu apostar na celebração espontânea das pessoas e para isso irá disponibilizar canais para que todos possam compartilhar isso seja por meio de música, campanhas interativas ou da Coca-Cola FIFA World Cup Trophy Tour - tour da taça do campeonato.

A marca ainda irá trazer a tona o ex-jogador Roger Milla, da seleção de Camarões, herói da Copa da Itália em 1990, que ficou famoso por ser o mais velho jogador daquela Copa e também pelo modo como comemorava os gols. Como plano de fundo, os comerciais terão a trilha sonora com 'Wave & Flag', versão de "Waving Flag", do músico K'Naan, da Somália, que estará presente em todos os eventos da marca relacionados à Copa e poderá ser baixada via internet.

Porém, o que achei mais interessante é o 'Coca-Cola World Cup Celebration Award’, onde cada vez que um jogador comemorar um gol dançando, a empresa irá captar a cena e colocar na web para os consumidores votarem na favorita. E não para por ai, a cada gol celebrado com dança, a Coca-Cola irá repassar recursos para seus programas de preservação da água.

Apesar da FIFA ter uma série de restrições com relação as comemorações, a dança, se feita de forma respeitosa e disciplina, é liberada.

A ação marca a ligação entre Coca-Cola e FIFA, que estão juntas desde 1978, e que para o presidente Blatter ultrapassa o business: “Nós procurávamos um patrocinador e encontramos um parceiro que hoje é definitivamente um amigo”.

A marca ainda fará embalagens comemorativas e irá colocar a ação no ar no inicio do ano que vem.

Já estou imaginando: Copa do Mundo, gol, dancinha e lá estará a marca. Genial!

Dica do @marcelorech

EA Sports FIFA 10 | How Big Can Football Get?

Para apresentar a nova versão do game, o FIFA 10, que chega às lojas no dia 2 de outubro, a Wieden + Kennedy de Amsterdã criou esse filme fantástico de 2 minutos.

Com o conceito “How Big Can Football Get?” e assinatura “Let’s FIFA”, o filme mostra a grandeza do game que é jogado por mais de 2 milhões de pessoas mundo a fora diariamente.

O filme mostra desde jogadores profissionais jogando no meio de multidões até players isolados em casa, de um canto a outro do mundo.

É o típico caso do uso de imagem dos jogadores que extrapola as quatro linhas, que no caso seria as quatro linhas do game, apenas.

Vale a pena conferir



Via @Paula_Rizzo

3 de julho de 2009

Minas Gerais de olho na Copa do Mundo 2014

O governo de Minas Gerais já começou os trabalhos para a Copa do Mundo do Brasil e acaba de criar o Núcleo de Gestão.

Designado pelo Governador Aécio Neves, o projeto visa a preparação do estado tanto para a Copa das Confederações de 2013, quanto para a Copa do Mundo de 2014 e irá trabalhar em quatro frentes: reestruturação do Mineirão, mobilidade urbana, segurança pública e infra-estrutura.

A força-tarefa organizada ambiciona tornar Belo Horizonte a melhor das 12 sedes, confirmadas pela FIFA, que receberão os jogos de 2014. “Minas Gerais trabalhará integrada para não só termos aqui a abertura, mas de preferência, inclusive, também os jogos da Seleção Brasileira na primeira fase”, afirmou o vice-governador Antonio Augusto Anastásia, coordenador do Núcleo de Gestão das Copas.

Uma questão interessante é que a reforma será executada dentro do conceito de “estádio verde”, visando garantir ao mesmo tempo sua sustentabilidade econômica e ambiental.

É interessante ver a movimentação do estado na questão da Copa do Mundo, principalmente vendo que apenas uma das quatro frentes tem ligação com estádio para os jogos enquanto as outras podem ser legados para a população e para o estado.

Não podemos esquecer que temos o Engenhão como um excelente benchmark (negativo) para a reutilização do estádio depois de grandes eventos...

16 de junho de 2009

Come Play! | Australia para a Copa do Mundo

A Austrália é uma das candidatas para sediar a Copa do Mundo de 2018 ou 2022, e para engajar os fãs na proposta e ajudar a trazer a Copa para o país, foi criado o vídeo abaixo que leva para um site.



No australia2018-2022.com.au, os fãs devem mostrar sua vontade em ter a Austrália como sede em uma Copa do Mundo. Além de informações sobre a candidatura, o site também tem algumas discussões e alguns joguinhos - como o que a seleção Australiana precisa reverter um placar negativo em cima da poderosa Itália.

O movimento ainda está começando, mas conforme o assunto da nova cidade sede for entrando em pauta novamente, a tendência é que essa história ganhe mais força.

Apesar da Copa do Mundo da África 2010 nem ter começado, os países que querem sediar a competição num futuro próximo já começam a se movimentar. Por isso, é interessante ver a iniciativa da Austrália e, mais do que isso, ver como a participação dos torcedores pode ser algo diferente dos quesitos tradicionais na hora de convencer os dirigentes da FIFA a levar a Copa para o seu país.

1 de julho de 2008

Castrol larga na frente

A Castrol renovou seu contrato com a Fifa até 2014 e é o primeiro grande parceiro para a Copa que será disputada no Brasil. Os valores não foram divulgados, mas comentam que é a maior cota de patrocínio feita pela empresa.

Após apoiar a Euro 2008, a empresa já planeja ativar a campanha globalmente, que se baseia "Castrol Performance Index", base de dados, performances e estatísticas do futebol, que contou com o apoio do técnico do Arsenal Arsène Wenger e Ottmar Hitzfeld.

O plano de marketing e patrocínio da Fifa segue uma hierarquia. Seis parceiros fixos da entidade, Adidas, Coca-Cola, Emirates Airlines, Hyundai, Sony e Visa; seis patrocinadores da Copa do Mundo, Anheuser-Busch, Continental, McDonald's, MTN, Satyam e agora Castrol, restando mais duas cotas; e seis patrocinadoras locais do país-sede do evento.

Como sempre comentamos aqui no Radar Esporte, esta adesão da cota de patrocínio não é garantia de resultados, ainda mais sem ações complementares para a marca. Porém, para a Copa de 2014 seis empresas brasileiras poderão adquirir uma cota de patrocínio e se lançarem para o mundo, já que são mais de 26 milhões de espectadores. Acredito que muito mais que um simples patrocínio, as empresas já podem alinhas suas estratégias e operações para deixarem de serem marcas nacionais e se inserirem em mercados estrangeiros após 2014.

São 6 anos para as empresas se planejarem. Será que teremos alguma novidade até lá?

7 de maio de 2008

A culpa é de quem?

O presidente da FIFA, Joseph Blatter, voltou a afirmar a intenção de adotar a regra '6+5', que propõe o mínimo de 6 jogadores locais nas equipes de futebol. Segundo ele, 'as as equipes deveriam iniciar as partidas com uma maioria de jogadores nacionais' e 'o sistema desejado permitiria também uma maior identificação dos torcedores com a própria equipe e seria benéfico para as seleções'.

O assunto será tratado no próximo Congresso da FIFA, nos dias 19 e 30 de maio, em Sydney; mas queria colocar alguns pontos.

Além dos argumento colocados pelo Blatter na adoção da regra '6+5', também concordo que o sistema trabalha no sentido de horizontalizar a competitividade no futebol e tira um pouco o foco dos principais países no esporte como Inglaterra, Espanha e Itália. No entanto, não é só o fato de ter mais jogadores estrangeiros que faz um time ser mais ou menos competitivo.

Assim como é feito na NBA, a FIFA deveria buscar, junto às confederações, a implementação dos 'salary caps', que determinam o máximo que uma equipe pode gastar em contratos com jogadores. Abaixo estão algumas razões para a utilização dos 'salary caps':

- Com limites de valor nos contratos, os times com maior faturamento não são favorecidos na hora de montar o seu plantel;
- A liga tende a apresenta maior competitividade, uma vez que os melhores jogadores estão distribuídos por um número maior de times;
- Jogadores de grande identificação com o clube e com a torcida tendem a permanecer mais tempo defendendo o time, sem que tenham de sair devido a propostas muito maiores;
- Pode ajudar na estruturação dos times menores, já que gastando valores mais similares os times podem investir em outros setores etc.

Não é uma medida isolada que vai trazer um grande salto, mas, sim, um conjunto de mudanças.

Entretato, parece que nos bolsos dos jogadores ninguém quer mexer...